CENTRO CHINA BRASIL Mudanças climaticas e Tecnologias Inovadoras para Energia

Perfil das instituições parceiras

Coppe/UFRJ

Maior centro de pós-graduação e pesquisa de engenharia da América Latina, a Coppe/UFRJ contabiliza, desde que foi criada, em 1963, a formação de mais de 12 mil mestres e doutores e a execução de mais de 10 mil projetos de pesquisa, desenvolvimento e prestação de serviços em parceria com empresas públicas e privadas e com entidades da sociedade civil.

Instalada na Cidade Universitária, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Coppe tem 12 programas de pós-graduação e quatro áreas interdisciplinares, 320 professores doutores, em regime de dedicação exclusiva, 2,8 mil alunos e 350 funcionários, entre pesquisadores e pessoal técnico e administrativo. Possui o maior complexo de laboratórios do país na área de engenharia, com 116 instalações, onde são desenvolvidos projetos e pesquisas em áreas de ponta, como computação de alto desempenho, novos materiais, gestão do conhecimento, meio ambiente e engenharia de petróleo offshore, nas quais desfruta de prestígio internacional.

Desde 1999, a Coppe mantém o Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG), que fomenta estudos e pesquisas sobre tópicos de natureza interdisciplinar em redes ancoradas em universidades e centros de pesquisa. Com forte inserção internacional, o IVIG atua em três grandes áreas: mudanças climáticas, mudanças do setor de energia e mudanças de paradigma em ciência e tecnologia. É também o suporte físico do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, presidido pelo presidente da República. Com este perfil, IVIG conduz seus projetos interagindo com o vasto e sofisticado complexo laboratorial dos programas de pós-graduação que compõem a Coppe.

Universidade de Tsinghua

É a principal universidade da China. Criada em 1911, reúne hoje 14 escolas e 56 departamentos nas áreas de ciências, engenharia, humanidades, direito, medicina, história, filosofia, economia, administração, educação e artes. Sediada em Pequim, tem mais de 25 mil alunos, metade dos quais em cursos de pós-graduação.

Principal centro de formação de engenheiros chineses, a Universidade de Tsinghua angariou uma sólida tradição na área tecnológica e, dentro desta, na área energética. Um dos orgulhos da tecnologia chinesa, que lhe valeu reconhecimento internacional, é o domínio da tecnologia de projeto e construção de reatores nucleares resfriados a gás.

Em resposta à emergência da crise energética e ambiental, a universidade criou em 2007 o Laboratório de Tecnologias de Baixo Carbono, direcionando o foco para as energias não emissoras de gases do efeito estufa apoiadas em tecnologias sustentáveis.

O novo laboratório reúne e coordena as atividades de um vasto conjunto de laboratórios, instalados nos departamentos de Engenharia e Ciências Ambientais, Engenharia Química e Ciências dos Materiais e nas escolas de Engenharia Mecânica e Engenharia Civil. Muitas dessas instalações dispõem de infraestrutura e facilidades que representam o estado da arte em termos de pesquisa e desenvolvimento em engenharia.